quarta-feira, 21 de julho de 2010

Caos


Um verdadeiro caos, assim está minha cabeça. estou virada do avesso, remexida, confusa, perdida. Não sei mais como agir. Dividida entre a minha vontade e a necessidade alheia. Sigo meus impulsos? Ou os ignoro e faço o que esperam de mim? Por mais que tente acertar, a sensação que tenho é que estou fazendo tudo errado.
Hoje sou apenas a sombra dos meus sonhos, um corpo imóvel, sufocado, gritado e mudo,
e no meio de todo este tumulto que me habita, as palavras se perderam ou fugiram e sem elas sinto-me deserta, sem norte, sem poesia.
Por hora, não tenho nada a oferecer – cansada, exausta; corpo, mente, alma e coração, a minha voz se cala! Já não sei bem o mal que me avalia, o porquê da existência, o dever da razão, o limite da paciência!
Este é mais um dia em minha vida, sem início, sem fim, sem meio que o defina.
Esqueço-me de mim, outra vez!
Até quando vou ter que esperar por tempos de calmaria?

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