Estava calada por que a tua presença fazia com que eu ficasse sem saber o que dizer ou fazer. Os meus olhos brilhavam como se fosse uma criança que visse um brinquedo novo, o meu coração batia mil á hora, eu tremia da cabeça aos pés e dos pés á cabeça; não sabia exatamente o que se estava a passar comigo naquele instante, naquele sitio, naquele momento. Várias perguntas me ocorreram á cabeça, várias, mas todas sem resposta possível.
Vi-te levantar da mesa e ires para um sitio sozinho, algém me faz sinal com a cabeça para ir ao seu encontro, eu exitei ao primeiro instante, achei que não estaria a ser correta, mas esse alguem continuou a insistir e fez-me sinal novamente, eu levantei e fui até ele. Disse para que se sentasse numa mesa comigo, e assi ele fez. O meu coração começava a bater mais forte ainda, cada vez mais eu sentia as minhas pernas bambear, sentia-me bem, mas me sentia ainda mais nervosa, parecia que as palavras não me saiam da boca e que eu não sabia o que dizer ao certo, não conseguia construir uma frase e dizer-lhe o que tinha realmente a dizer, não conseguia construir uma frase e dizer-lhe, me senti paralisada e você me olhava sem entender e eu ainda buscava palavras dentro de mim para dizer-te. Aquela tarde passada perto de ti só me fez perceber que o que sentia por ti ainda nao tinha passado completamente, e que eu simplesmente nao te tinha apagado da minha vida, mas sim eu sei que tinha que te excluir dela, só que nao conseguia. Tivemos uma longa conversa, não sei se você aprendeste alguma coisa com o que te disse, ou se aprendeste a ver de quem gosta, mas eu soube, soube que meu coração ainda bate muito forte por ti, só que nao me colocaria a sofrer novamente.
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